postheadericon Para se roubar um coração!

Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto,
não se alcança o coração de alguém com pressa.
Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado.
Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente.
Conquistar um coração de verdade dá trabalho,
requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança.
É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade.
Para se conquistar um coração definitivamente
tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos.
Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes,
que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago.
...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele,
vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco.
Uma metade de alguém que será guiada por nós
e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração.
Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria.
Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que?
Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós.
Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava.
... e é assim que se rouba um coração, fácil não?
Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade,
a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então!
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples...
é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.
Por Luís Fernando Veríssimo

postheadericon O Coração duro!!!

"Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração, os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza. Mas não foi assim que aprendestes a Cristo, se é que, de fato, o tendes ouvido e nele fostes instruídos, segundo é a verdade em Jesus, no sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade". (Efésios 4. 17 - 24)

Uma das coisas que mais me entristecem, e para dizer bem a verdade, me desanimam em relação ao ser humano, é a falta de capacidade de transformação, de mudança, de progresso muitas vezes. Por mais que a pessoa veja os fatos que estão ao seu redor, e perceba que a mudança se faz precisa, ainda sim, por causa da dureza do coração, da falta de conversão, da distância do ideal de Cristo para a existência humana, esse indivíduo não é capaz de mudar, de transformar, de melhorar. A cada domingo, esgoela-se dos púlpitos mensagens de mudança, de transformação, de renúncia, de volta urgente e emergente ao primeiro Amor, mas ainda sim, há uma espécie de crente que não muda, que tem seu coração impermeável, que reluta em deixar Cristo agir na sua vida. Infelizmente, essa raça de víboras tenta arruinar o projeto de paz e salvação que Jesus Cristo tem para a Igreja, usados por satanás, essas pessoas disseminam suas amarguras, seu ódio, sua intolerância por onde quer que passem, e isso é altamente letal numa comunidade que não está imunizada em relação a este mal, em uma igreja que ainda não tem o anti-corpus do amor cristão.

O coração duro é a explicação para tantos desarranjos dentro da Igreja, para tantas brigas, para tanto pecado que ainda impera nas comunidades cristã. O coração duro é o que ainda impede a explosão da verdade do evangelho na vida das pessoas, isso por que o pecado ainda impera forte na vida dos "duros de coração".

O remédio para esse mal, para o "coração duro" é Jesus Cristo, é o amor e a graça por Ele transmitido, pois quando o amor de Jesus entra em nossos corações, tudo se faz novo, tudo se transforma, a beleza impera, a alegria reina, o mal vai embora. Para experimentarmos uma nova dimensão de vida, para experimentarmos a abundância de vida, é necessário deixarmos Cristo trabalhar em nossos corações, deixá-lo quebrantar essa matéria dura que há dentro de nosso peito, para que ali surja a vida, pulsando, bombeando, irradiando o amor do Senhor em nós!

Coração duro nunca mais, reine em nós a graça e o amor de Cristo Jesus.

Soli Deo gloria.



postheadericon As palavras...

Engraçado o poder das palavras, eu que sempre desdenhei da frase "há poder em suas palavras", me vejo hoje alvo desta máxima. Comecei meu dia recebendo uma mensagem de apoio, na realidade, numa conversa fui afagado com algo simples, mas que me tocou fundo: "como você é especial!" " Você é especial para Deus, você é especial para mim!" "Como te admiro pela pessoa que você é!" Ao ouvir essas palavras meu coração se encheu de ternura e emoção, confesso que quase chorei, não somente porque eram dirigidas a mim, mas porque também eram cheias de ternura, e eu que sou desconfiado de tudo, percebi nestas palavras uma expressão sincera, demonstrando o que a pessoa realmente sentia. Como é bom ouvir coisas boas da gente e para a gente, como é bom ouvir palavras que constroem, que são desprovidas de rancor, de inveja, que ensinam, que consolam, que afagam, que nos lembram de Deus. Como é bom saber que a boca fala daquilo que está cheio o coração, de perceber que mesmo em meio a tanta correria, stress e traumas, ainda há desejo de abençoar, de acariciar, sem segundas intenções, fazendo o bem ao próximo - como é bom!
Porém esse foi o começo do dia...pois o término do mesmo dia foi diferente, pois ao encontrar alguém cheia de rancor e longe do que ensina Jesus sobre o perdão e a temperança, fui alvo de palavras agressivas, palavras direcionadas a mim e também a outros, fui socado por algo complexo que se desenvolveu dentro de um coração possuído da amargura (ao contrário do que ouvi de bom, o que ouvi de ruim não vou reproduzir aqui). Ao ouvir essas tais palavras, meu coração quase se esqueceu da graça da manhã, da alegria que em mim estava pelas belas palavras de vida a mim dirigidas. Interessante como o mal, mesmo que em pequenas proporções tem o poder furtivo de nos afastar da graça, da alegria. Interessante também, como estamos despreparados para lidar com tais palavras, e por tal desarranjo somo tão afligidos.
Após essas duas experiências tão marcantes dentro de um mesmo dia, percebo embasbacado que há poder nas palavras, não o poder místico que tanto amedronta, mas o poder de mexer com nosso interior, com nosso ânimo, com nossas estruturas, não pelo que acontece no além, mas pelo que acontece na nossa mente, na nossa psique.
Mas dentro disto tudo, algo aflorou em meu coração, na realidade é nesse lugar mesmo que as palavras impactam, tanto para o bem quanto para o mal, e é para ele (o coração) que fica esse alerta em relação as palavras: "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida." (Provérbios 4.23).
Quando as palavras boas se alojam no seu coração, a vida aflora em você, mas se você permitir que as palavras ruins tomem conta de seu coração, o mal tomará conta de você, através da amargura, da tristeza, do rancor e por consequência o ódio, por isso, abra seu coração para o que de bom te disserem, aprenda com as coisas ruins que te falarem, mas deixe dentro do seu coração somente aquilo que te edifica e que te faz uma pessoa melhor!
Soli Deo gloria.

postheadericon Pode um pai ou uma mãe palmar seu filho? Até onde o estado pode interferir nisto?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou nesta quarta-feira mensagem do projeto de lei que prevê a proibição de palmadas aplicadas em crianças e adolescentes. Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) fala em "maus tratos", mas não especifica os castigos físicos que não podem ser aplicados pelos responsáveis pelos menores. No discurso de assinatura, divulgado pela Agência Brasil, Lula defendeu a conversa no lugar dos castigos físicos. "Todo mundo sabe que o tempo da palmatória não educava mais do que o tempo da conversa", afirmou. Ele reconheceu que a lei deve causar polêmica. "Vão dizer, estão querendo impedir que a mãe pegue uma chinelinha e dê um tapinha na criança, ninguém quer proibir a mãe de ser mãe, queremos apenas dizer: é possível fazer as coisas de forma diferenciada".

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4565069-EI5030,00-Lula+encaminha+projeto+que+proibe+palmada+em+criancas.html

Cada dia mais temos observado a tentativa do poder estatal de corrigir situações de disparate e exageros, a fim de trazer equilíbrio a sociedade, tentando fazer valer o termo magno: "ORDEM E PROGRESSO". Essas tentativas são válidas, porém desde que sejam coerentes, e que permitam ao cidadão exercer seus direitos, e permita que todos entendam o que vem a ser a tal ordem junto com o tal progresso. O trecho da reportagem que lemos a cima, mostra mais uma tentativa de se estabelecer a ordem na sociedade, desta vez com a proibição pela lei das "palmadas", "varadas", "chineladas", "puxões de orelha" e congêneres. Vemos que o Presidente Lula até emite a sua opinião sobre o assunto da repreensão física por partes dos pais, dando uma alternativa interessante para o problema: "Eu nunca bati nos meus filhos, acho que não é necessário bater. O pecado que a gente tem é nunca ter tempo para conversar com nossos filhos", disse Lula. Concordo com o Sr. Presidente quando diz que é necessário conversarmos com nossos filhos, aceito a idéia de que ele nunca bateu em seus filhos, porém discordo da idéia da extinção completa da "varinha", e vou explicar o porque. Em primeiro lugar, a Bíblia no diz o seguinte: O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina. (Provérbios 13.24). Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno. (Provérvios 23.13 e 14). Vamos entender o que a palavra nos diz aqui: Quando tratamos da disciplina assessorada com a varinha, não estamos dando vazão a idéia de espancamento, de vexame público, de humilhação extrema a criança ou ao adolescente. A Bíblia trata do castigo quando os limites foram de longe ultrapassados, quando a criança não assimilou ou não deu a devida noção a conversa que teve com os pais, e então se mostra endurecida ou totalmente desobediente aos comandos dos pais, é nessa hora que se faz necessária a fustigação, sempre com temperança, com amor, com uma conversa prévia e posterior também, sem exageros, sem ódio, mas com a idéia clara da imposição dos limites. Talvez nesta hora você se pergunte: "mas agir com temperança e amor nessa hora é possível?" Eu te digo que é, desde que você o faça com o amor de Cristo no seu coração, buscando não espancar, humilhar, denegrir a criança, mas sim, impondo-lhe limites, dando-lhe parâmetros, e buscando o bem estar da pessoa a quem você ama.

O assunto é polêmico, os extremos estão ai evidentes, mas também precisa ser dado espaço para aqueles que recorrem a palmatória baseados nos princípios cristãos, ou seja, que usam deste recurso não para matar, não para destruir, não para denegrir, mas sim, usam as vezes da palmatória, e conseguem manter a disciplina dos seus filhos, e ainda cultivam o amor que eles tem pelos pais.

Quando necessário eu castigo meus filhos, quando necessário uso da varinha, e nem por isso deixo de demonstrar amor, deixo de lhes oferecer carinho, deixo de conversar com eles, e até onde vejo, eles não estão traumatizados, não estão precisando de psicólogos, não são sóciopatas, psicopatas ou violentos, pelo contrário, são disciplinados, amam os pais, avós, primos, amigos, são sempre elogiados no colégio, amam estudar, respeitam as regras e cultivam amizades, e sempre que necessário, sempre que uma regra é de longe agredidas, eles recebem umas varadas, porém não percebo um problema sendo criado na vida deles, e sim um problema sendo solucionado no futuro deles.

Talvez você discorde, e o espaço está aberto para seu comentário, porém a experiência que tive e que tenho, mostram que com amor, até a varada traz resultado, pois não adianta nada eu conversar, conversar e conversar, dizer e dizer, se não fizer isso com amor, visando um objetivo maior, que é produzir um caminho de bençãos para o futuro de meus filhos.

Que Deus nos abençoe e nos dê o entendimento correto para abençoarmos e sermos abençoados.

Pr. José Ricardo

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