postheadericon Reaquecendo o amor!

Creio na instituição familiar como a base para nossa sociedade, ou seja, creio que sem uma família forte, não há sociedade forte, não há bons princípios, não há bons costumes e o caos se estabelece. Vivemos dias "maus" muito em virtude da desorganização do núcleo familiar. 
Outra questão, é que viver em família não é fácil, principalmente viver em casal, homem e mulher, pessoas diferentes, com pensamentos diferentes, origens diferentes, núcleos sociais diferentes, com a obrigação de manter a união, o amor, o companherismo.
Diante destas diferenças, destas dificuldades, é comum vermos a paixão, o amor esfriar. É comum ouvir casais se queixando que o casamento não é mais o mesmo, que o relacionamento se distanciou, que o amor "esfriou". E o que fazer quando isso acontece? Como reaquecer a chamar de um casamento? Como resgatar o calor e a euforia de antigamente?
Essa são perguntas que pertubam inúmeros casais, que angustiam muitos relacionamentos, mas que podem ser respondidas de uma forma simples e objetiva, ajudando você a reaquecer seu relacionamento.
1. ENCARE O AMOR COM UMA NOVA PERSPECTIVA. 
Sempre ouvi dizer do amor como um sentimento, como paixão, raiva, etc. Um dia porém, estudando e meditando um pouco sobre o assunto, cheguei a conclusão de que o amor não e um sentimento, mas sim um condicionamento, ou seja, eu posso sentir raiva, posso sentir medo, posso sentir alegria, mas quando se trata de amor, principalemnte o amor por outra pessoa, pelo cônjuge por exemplo, ai a situação é diferente, pois neste caso eu devo me condicionar ao que vou sentir. A pessoa com quem passaremos o restante de nossas vidas, não são perfeitas, não são infalíveis, pelo contrário, são passíveis de errarem, como nós somos, sendo assim, eu não posso amar alguém baseado na falsidade, mas sim, na realidade, de que aquela pessoa pode me magoar, decepcionar, e assim por diante, mas mesmo que isso aconteça, e pode acontecer, eu ainda assim, devo e posso amar a pessoa que Deus colocou ao meu lado, me condicionando a suportar seus erros, a corrigi-la e a andar junto dela em todas as horas, me condicionando a perdoá-la e a amá-la, mesmo na situação de falha, na situação de erro. O amor de Deus para conosco é o nosso maior exemplo..."Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores." (Rm. 5. 8).
2. BUSQUE UMA VIDA DE VERDADES.
Outra forma de reaquecer o amor é vivendo a verdade e de verdade. Viver a verdade entende-se por viver a Jesus Cristo plenamente dentro do relacionamento, tendo o SENHOR como o centro e o laço entre o casal. Já viver de verdade, é comprometer-se com a sinceridade, sempre munida do amor, do respeito e do carinho. Há muitos casais vivendo uma farsa, uma vida de mentiras, de ilusões, uma vida que passa longe da realidade, por não encararem a realidade dos fatos e nem comunicarem a realidade dos fatos. É comum, ver pessoas abrindo mão da sinceridade em função do bem-estar, da falsa "paz", e depois pagarem o alto preço da tragédia em seus casamentos. 
Sendo assim, proponho que os casais se olhem nos olhos, que se encarem, que se conversem buscando se reencontrar, buscando se redescobrir, buscando se conhecerem verdadeiramente. Isso como eu já disse, deve ser feito debaixo de amor, carinho, respeito, não gosto da idéia de sinceridade associada a ideia de puro desabafo, expondo rancores para trazer a tona os fantásmas da alma. Há conversas em que os casais usam da oportunidade, para "vomitarem" em cima de seus cônjuges, suas frustrações, suas mágoas. Meu conselho é de uma conversa amiga, sincera, que exponha seu coração, mas sem ofensas, sem rancores, para curar isso dentro de você, use da oração, da conversa com Cristo, que te chama a "Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei."(Mt. 11. 28).
3.PERMITA-SE MAIS.
Outra dica para reaquecer o casamento, para reacender o amor, é se permitir mais dentro da relação, porém, com um entendimento, o de se permitir ser feliz.
Parece ser uma cina dos casais, o tornarem-se carrancudos e inibidos com o passar dos anos de relacionamento. No namoro há brincadeiras, conversas, risadas, discontração, emoção. Após o casamento, e com o passar dos anos dentro deste relacionamento, acontece algo ruim, que é o distanciamento de pessoas que vivem juntos. Há casos extremos, de casais que nem mais dividem o mesmo leito, o que demonstra a grandeza da patologia dentro do relacionamento. 
O que posso dizer a você que me lê neste momento, é que você deve se permitir ser feliz, resgatando a magia e a alegria do início de seu relacionamento, e como isso pode acontecer?
Recupere a amizade com seu cônjuge, faça dele (a) novamente seu melhor amigo (a), traga a pessoa amada mais perto de você, compartilhando de sua vida com ela, fazendo desta pessoa, parte integrante de sua vida, mais que um (a) amante, seu cômjuge é seu amigo (a), merecedor de sua confiança, digno (a) de dividir contigo os bons e maus momentos da vida. Permita-se ser feliz, viva intensamente a vida ao lado da pessoa que o SENHOR colocou ao seu lado, ame-a profundamente, viva com esta pessoa a intensidade da vida, compartilhe com ela a sua vida, e você verá os bons momentos se multiplicarem, e a alegria voltar a reinar no seu cotidiano.
Concluo dizendo que tomar esta atitudes não é algo fácil, e que também não é instantâneo, porém, com um pouco de esforço e com muita graça de Deus, você irá recuperar e reaquecer seu relacionamento, e verá sua vida dar um salto em qualidade e felicidade, por desfrutar do melhor que Deus tem para seu casamento.
Espero ter lhe ajudado.
Na graça de Cristo.

Pr. José Ricardo Capelari

postheadericon Conhecendo e praticando a vontade de Deus.


INTRODUÇÃO:
Uma dúvida constante na vida da maioria dos crentes é essa: QUAL É A VONTADE DE DEUS PARA MINHA VIDA? Eu mesmo já me questionei sobre isso (não questiono mais), já preguei sobre isso (e continuarei a pregar, mesmo depois de hoje...caso seja necessário), porém, a pergunta continua: QUAL É A VONTADE DE DEUS PARA MINHA VIDA? Esse questionamento, que para alguns permanece há muito sem resposta, já desviou pessoas da fé, já decepcionou corações fracos na fé, já se calou dentro de muitas lápides. Porém, hoje de forma simples, bíblica, e sem a pretensão de exaurir o debate e o tema, quero lhe responde a essa questão baseado no seguinte texto:
TEXTO: I Tessalonicenses 5. 12 – 22.
12. Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam;   13. e que os tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns com os outros.   14. Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos.   15. Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos.   16. Regozijai-vos sempre.   17. Orai sem cessar.   18. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.   19. Não apagueis o Espírito.   20. Não desprezeis as profecias;  21. julgai todas as coisas, retende o que é bom;   22 abstende-vos de toda forma de mal.
Hoje veremos que:  
A vontade de Deus para minha vida é que haja:
1º) SENTIMENTO DE ALEGRIA CONSTANTE. 
“Regozijai-vos sempre.” (v. 16).
Parece utópico, sem lugar, mas essa é uma das vontades reveladas de Deus para a sua vida, que você mantenha a alegria, a motivação, a esperança, mesmo quando a maré da vida está contra você. O cristão é uma pessoa, um ser, diferente do restante da humanidade. Somos feitos de carne e osso, temos sentimentos, paixões, vontades, porém, nossa fonte para tudo isso não está em nós mesmos, também não está neste mundo perdido e cruel. Nossa fonte de vida e alegria é o SENHOR Jesus! Sendo Cristo nossa fonte de alegria, é claro que nossa alegria não pode e nem deve acabar, independente de qual seja a situação enfrentada no momento. Porém infelizmente isso é somente teoria, pois na prática, vemos muitos crentes tristes, sisudos, de cara amarrada. Isso nos revela que algo está errado, não pelo fato de a pessoa não ser expansiva, brincalhona, piadista, mas pelo fato desta pessoa ser infeliz, triste, desmotivada, ácida para com a vida e seus acontecimentos. Pessoas assim são aquelas que deixaram as lutas da vida lhe nocautearem, lhe colocarem prostrado, e a fizeram uma pessoa derrotada. São pessoas que permitiram o crescimento das raízes de amargura, e agora sentem o amargor lhe possuírem. Essas pessoas deixaram a fonte da vida secar em seus corações, ou seja, atrapalharam o movem do Espírito em suas vidas. “Não atrapalhem a ação do Espírito Santo”. (v.19). Ou seja, pessoas assim estão sem Cristo em seus corações. Conosco não pode ser assim. Na sua vida deve haver alegria pelo que Cristo lhe proporcionou na cruz, ou seja, pela salvação eterna adquirida por Cristo, e dada a você gratuitamente, amorosamente. Essa salvação em si só, gera em nós alegria sem fim, e mesmo que tudo diga NÃO! Você irá se alegrar e dizer: “em Jesus Cristo eu sou mais que vencedor!”
A vontade de Deus para minha vida é que haja:
2º) ORAÇÃO INCESSANTE. 
“Orai sem cessar.” (v. 17).
Outra realidade que parece impossível é a da oração incessante, constante, sem fim. Por vezes já fui questionado sobre isso, por pessoas que entendem que isso seja impossível, por causa da falta de tempo, da falta de ter o que dizer, da falta de paciência para manter um estilo de vida assim. Na realidade, ficar ajoelhado ou em posição contemplativa as 24 horas de um dia não é o que a palavra nos ensina, e nem foi isso o que fez Jesus em seu ministério terreno. Então, pensar em oração incessante significa o que? Como se tem uma vida de oração constante, interminável, sem fim? Pensando neste assunto, simpatizei com a definição do comentário bíblico Esperança que diz: “Essa “incessante oração” não é exagero de expressão nem artificialismo. Basta notarmos que a totalidade de nosso “pensar” inevitavelmente possui a forma do “diálogo”. Queiramos ou não, estamos “incessantemente” em diálogo... O ser humano foi “criado à imagem de Deus”, ou, como também poderíamos formular: como parceiro de diálogo de Deus. Essa parceria foi rompida na queda do pecado”. Agora, porém, reconciliados com Deus em Cristo (Rm. 5.10), esse diálogo outrora interrompido, suspenso, pode se reestabelecer, de forma natural, constante, amiga. Ou seja, em todos os nossos pensamentos, em nossos atos, estamos em oração com Deus, consultando Sua vontade, aguardando Suas ordens, respeitando Sua soberania. Quando agimos e pensamos a oração incessante desta forma, orar se torna um estilo de vida, uma prática que independe da posição, que não necessita dobrar os joelhos, que não exige olhos fechados, é algo que flui em cada gesto, cada palavra. É isso o que Deus quer de você! Que você assuma a oração como um estilo de vida, como uma prática prazerosa de “prosear” com Deus, e assim, conhecer Sua vontade cotidiana para sua vida.
A vontade de Deus para minha vida é que haja:
3º) GRATIDÃO PERMANENTE NO SENHOR.
“Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (v. 18).
Olhando cruamente para o texto, parece que essa é a única vontade de Deus para nós, isso porque, a palavra “esta” está no singular, dando a entender que somente essa parte do texto revela a vontade de Deus para nós, porém, não é essa a verdade, pois os outros dois versículos unidos a este, expressam a ideia de “vontade de Deus”. Porém, parece que essa última parte, apesar de ser a menos utópica, é a mais difícil de se colocar em prática, justamente por ser algo que envolve a vida prática, cotidiana, relacionada aos fatos e acontecimentos do dia-a-dia. Já fui questionado sobre isso várias vezes: “pastor, como posso ficar alegre diante da morte de alguém tão querido?”; “pastor, como posso me alegrar diante da perda de tudo o que tinha?”; “ pastor, como posso me alegrar diante dos terremotos e tsunamis do Japão, ou, diante das enchentes e deslizamentos do Rio de Janeiro?” Essas são perguntas constantes, difíceis de responder na hora, porém, com um pouco mais de análise, um pouco mais de oração e entendimento de Deus, tornam-se mais fáceis se responderem, e a resposta acaba sempre sendo: “sim, há como se alegrar em Deus, mesmo nessas circunstâncias!” Analisando esse conselho sobre a ação de graças, encontramos no “pano de fundo” um conselheiro experimentado na vida que é o Apóstolo Paulo. Paulo antes de aconselhar aos Tessalonicenses sobre a alegria, a ação de graças nos SENHOR, experimentou na pele literalmente os açoites, as fustigações, a desonra, a humilhação pelo nome de Cristo. Paulo foi preso injustamente por amar e pregar a Cristo, teve suas costas rasgadas pelos açoites injusto, por causa do amor que tinha a Cristo, e o que ele fez? “Depois de receber essa ordem, o carcereiro os jogou numa cela que ficava no fundo da cadeia e prendeu os pés deles entre dois blocos de madeira. Mais ou menos à meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus, e os outros presos escutavam”. (At. 16.24 e 25). Na hora difícil, quando deu “nó na garganta”, o homem de Deus levanta a sua voz e louva, glorifica, adora, se alegra, pois sabe que não será esse mal terreno que irá lhe roubar a paz, que irá lhe tirar a salvação dada por um sofrimento bem maior e impagável ao homem comum. Amados, o que Cristo fez por nós é fonte de gratidão sem fim. O fato de Ele ter nos amado, sendo nós ainda pecadores, e ter nos reconciliado com o Pai pelo Seu sangue remidor, já é motivo de gratidão infinda. Essa gratidão não necessita de folguedos, de gracejos, de festa aparente, mas é algo que está presente sempre em nossos corações, em nossas vidas, em nossas atitudes mais sutis. A palavra nos diz e nós precisamos sempre cumpri: “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos”. (Fp. 4.4).
CONCLUSÃO:
Conhecer a vontade do SENHOR após vermos este texto torna-se algo possível, plausível e extremamente acessível, bastando somente trilharmos sobre estes passos: SENTIMENTO DE ALEGRIA CONSTANTE; ORAÇÃO INCESSANTE e GRATIDÃO PERMANENTE NO SENHOR. Creio que aqui temos a base do conhecimento da vontade do SENHOR para nossas vidas.
Rev. José Ricardo Capelari.
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