Importa que Ele cresça e que eu diminua - Jo. 3.30


"Convém que ele cresça e que eu diminua".
Essa frase celebre é de João Batista, precursor de Jesus, dita no texto de João 3.30. Este texto é utilizado geralmente para exortar os cristãos quanto a arrogância, ao desejo de grandeza, ao querer crescer e aparecer, inclusive aparecer mais do que Jesus.
Numa madrugada destas, onde o SENHOR me tirou do aconchego da minha cama quentinha para orar, eu fui conduzido pelo Pai a pensar neste texto, porém, num contexto e numa conotação diferente, não como uma exortação em relação a soberba, ao estrelismo, mas sim, como um alerta a lamúria, a murmuração e a justiça própria.
Por que essa conotação e não a outra? Porque eu fui flagrado por mim mesmo, lamentando meus pesares, chorando minhas "pitangas", achando-me muito "coitadinho", desejando demasiadamente atenção sobre meus sofrimentos, e isso me desviou os olhares, as atenções do que aconteceu com Cristo, e que resultou na minha libertação eterna, ou seja, enquanto eu me preocupava comigo mesmo, me esquecia de que Cristo havia sofrido e passado algo infinitamente maior lá na cruz do calvário, esqueci-me também da dor no coração de Deus Pai, ao ver o sofrimento de seu único filho, sendo ultrajado num madeiro, para que eu pudesse ser liberto da tirania de satanás.
Ao me ver nessa situação um tanto quanto mesquinha, pude lembrar de que o sofrimento de Cristo, a angústia do Getsêmani, foram maiores do que as lutas que eu enfrento agora, sendo assim, importa que eu olhe para isso para entender que os meus sofrimentos comparados ao do SENHOR, não são suficientes para me fazer verter sangue, ou suficientes para me tirar a vida.
Diante dos nossos sofrimentos, é importante lembrar desta frase de João Batista e dizer: "Convém que ele cresça e que eu diminua". Isso fará com que nossas dores diminuam, nossa alegria aumente e nosso coração encontre esperança. Ou seja, ao invés de ficarmos tão preocupados conosco mesmo, com nossas dores, queimando energia com coisas momentâneas, importa olharmos para Cristo, para a sua glória, importa que a presença dEle cresça a cada dia mais em nossas vidas, e assim, sejamos um reflexo de sua glória. Nossa tendência é sempre de querer aparecer, isso é fruto de nossa natureza pecaminosa, aparecer nas horas boas e ruins, mas nascidos de novo em Cristo, aprendemos que sempre "Convém que ele cresça e que eu diminua".
Outro texto interessante para nós, é II Coríntios 4. 17, que diz: "Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação", isso serve também para olharmos para a obra de Cristo feita em nosso favor, e dizer, SENHOR, importa que Tu cresça e que eu diminua.
Que isso lhe ajude, e que abra uma nova perspectiva a você!
Deus abençoe a sua vida!
Em Cristo
Pr. José Ricardo Capelari
Numa madrugada destas, onde o SENHOR me tirou do aconchego da minha cama quentinha para orar, eu fui conduzido pelo Pai a pensar neste texto, porém, num contexto e numa conotação diferente, não como uma exortação em relação a soberba, ao estrelismo, mas sim, como um alerta a lamúria, a murmuração e a justiça própria.
Por que essa conotação e não a outra? Porque eu fui flagrado por mim mesmo, lamentando meus pesares, chorando minhas "pitangas", achando-me muito "coitadinho", desejando demasiadamente atenção sobre meus sofrimentos, e isso me desviou os olhares, as atenções do que aconteceu com Cristo, e que resultou na minha libertação eterna, ou seja, enquanto eu me preocupava comigo mesmo, me esquecia de que Cristo havia sofrido e passado algo infinitamente maior lá na cruz do calvário, esqueci-me também da dor no coração de Deus Pai, ao ver o sofrimento de seu único filho, sendo ultrajado num madeiro, para que eu pudesse ser liberto da tirania de satanás.
Ao me ver nessa situação um tanto quanto mesquinha, pude lembrar de que o sofrimento de Cristo, a angústia do Getsêmani, foram maiores do que as lutas que eu enfrento agora, sendo assim, importa que eu olhe para isso para entender que os meus sofrimentos comparados ao do SENHOR, não são suficientes para me fazer verter sangue, ou suficientes para me tirar a vida.
Diante dos nossos sofrimentos, é importante lembrar desta frase de João Batista e dizer: "Convém que ele cresça e que eu diminua". Isso fará com que nossas dores diminuam, nossa alegria aumente e nosso coração encontre esperança. Ou seja, ao invés de ficarmos tão preocupados conosco mesmo, com nossas dores, queimando energia com coisas momentâneas, importa olharmos para Cristo, para a sua glória, importa que a presença dEle cresça a cada dia mais em nossas vidas, e assim, sejamos um reflexo de sua glória. Nossa tendência é sempre de querer aparecer, isso é fruto de nossa natureza pecaminosa, aparecer nas horas boas e ruins, mas nascidos de novo em Cristo, aprendemos que sempre "Convém que ele cresça e que eu diminua".
Outro texto interessante para nós, é II Coríntios 4. 17, que diz: "Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação", isso serve também para olharmos para a obra de Cristo feita em nosso favor, e dizer, SENHOR, importa que Tu cresça e que eu diminua.
Que isso lhe ajude, e que abra uma nova perspectiva a você!
Deus abençoe a sua vida!
Em Cristo
Pr. José Ricardo Capelari
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2 comentários:
Olá meu grande amigo, como é bom ouvir a graça de Deus através da sua vida. É a simplicidade do evangelho que o torna simples e chega a mim, distante, através deste belo texto. Belissimo artigo.
abraço carinhoso
Pr Joseni -DF
Benção de Deus essa meditação pela manhã. Exatamente o que penso sobre a nossa autopiedade quando levamos o foco para as nossas dores e angustias, como se Deus só estivesse estado conosco no final...
Deus abençoe esse ministério.