postheadericon Vaticano encobriu pedófilo que abusou de 200 menores surdos, diz jornal


Qui, 25 Mar, 04h40

Redação Internacional, 25 mar (EFE).- As maiores autoridades do Vaticano, incluindo Joseph Ratzinger, que anos mais tarde se tornaria o papa Bento XVI, encobriram um sacerdote americano que abusou sexualmente de aproximadamente 200 menores surdos, segundo documentos obtidos e revelados pelo jornal "The New York Times".

A correspondência interna de bispos do estado americano de Wisconsin diretamente ao cardeal Ratzinger, o futuro papa, mostra que enquanto os responsáveis eclesiásticos discutiram a expulsão do padre, a prioridade maior foi proteger a Igreja do escândalo, segundo o site do jornal.

Os documentos procedem da causa judicial aberta contra o reverendo Lawrence C. Murphy, que trabalhou durante mais de 20 anos, entre 1950 e 1974, em uma escola para crianças surdas de Wisconsin.

O arcebispo de Milwaukee em 1996, Rembert G. Weakland, enviou duas cartas informando a situação, e não obteve resposta do então cardeal Ratzinger, que dirigia a Congregação para a Doutrina da Fé, encarregada de estudar esses casos.

Após oito meses, o segundo responsável à frente da doutrina oficial católica, o cardeal Tarsicio Bertone, atualmente secretário de Estado do Vaticano, ordenou aos bispos de Wisconsin iniciarem um julgamento cônego secreto que poderia ter terminado com a expulsão de Murphy do sacerdócio.

No entanto, Bertone parou o processo depois que Murphy escreveu pessoalmente a Ratzinger dizendo que tinha se arrependido e estava doente.

"Só quero viver o tempo que me resta na dignidade do meu sacerdócio", afirmava o padre na carta que enviou Ratzinger, já perto de sua morte, que aconteceu em 1998. "Solicito sua bondosa ajuda neste assunto", acrescentava.

Murphy nunca foi julgado ou sancionado pela Igreja e até a Polícia e os investigadores de justiça se omitiram perante as declarações das vítimas, segundo os documentos em poder do "The New York Times", cedidos pelos advogados de cinco homens que processaram a Arquidiocese de Milwaukee.

Em 1974, o sacerdote foi transferido pelo arcebispo William E. Cousins, de Milwaukee, à Diocese de Superior, no norte de Wisconsin, onde passou seus últimos 24 anos trabalhando com crianças em colégios, igrejas paroquiais e em um centro de detenção juvenil, segundo o jornal.

O "New York Times" cita o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, que reconheceu que era um caso "trágico", mas acrescentou que o Vaticano não foi informado até 1996, anos depois que as autoridades civis averiguaram e encerraram o caso. EFE

http://br.noticias.yahoo.com/s/25032010/40/mundo-vaticano-encobriu-pedofilo-abusou-200.html

postheadericon Caiu a casa do tesoureiro do PT! Mas porque só agora?

Antes de qualquer outra coisa postada nesta mensagem, quero deixar bem claro que não sou envolvido com movimentos políticos, acompanho a política por achar que todo cidadão deve saber o que acontece em seu país, estado e município, porem, não sou petista, não sou peessedebista, muito menos peemedebista, sou [sic] cristão, casado, presbiteriano e [sic] corintiano (risos), porque digo isso? Porque este post irá falar de um assunto político, e isso sempre traz consternação e contestação, por isso deixo claro, não quero defender ninguém, somente questionar alguns fatos.
Mas vamos lá, li na capa da revista Veja, da qual não sou assinante, a seguinte manchete: "CAIU A CASA DO TESOUREIRO DO PT" (edição 2155 - 10 de março de 2010), e algo automaticamente me chamou a atenção: Porque somente agora, em ano de eleição, quando uma briga que parecia resolvida entre José Serra (provável candidato do PSDB a presidência da república) e Dilma Rousself (candidata do PT a presidência da república), toma novas proporções, novos índices nas pesquisa de intenções de votos, que esta denúncia vem a tona? Porque só agora o promotor José Carlos Blat apresentou uma investigação que há mais de três anos vem sendo trabalhada? Porque só agora a revista Veja, tão conceituada, premiada, séria (eu acho) pública esta reportagem de capa?
A resposta caros leitores, é simples e pouco elaborada por mim: É tudo interesse pessoal, político e econômico, e juntando tudo isso, chegamos a uma única expressão: é tudo briga por poder!
Até quando minha gente, seremos atormentado com essas brigas de "cachorro grande" que envolvem nossas vidas, mexem com nosso futuro e acabam com nossa paz?
Talvez alguns, que se deram ao agradecido trabalho de lerem este post até aqui se digam: denuncias desse calibre acontecem a todo momento!" Dai eu reitero: será?
Todas as denuncias feitas fora do período eleitoral são propositalmente encobertas por outras notícias para que caiam no esquecimento, mas essas notícias em ano de eleição, elas são levadas a extremos, acrescidas de interesse destrutivo, tudo para no fim da história os denunciantes e os denunciados se abracem, e nós fiquemos com cara de "tacho" - é mole?!
Espero que Deus nos conduzam neste ano de eleições, e que possamos ter sabedoria e discernimento para votar, crendo que toda autoridade é constituída por Deus (Rm. 13. 1) e que o Senhor está no controle de todas as coisas, inclusive da direção de nosso amado país.
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